Mostrar mensagens com a etiqueta Pavilhão Atlântico. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Pavilhão Atlântico. Mostrar todas as mensagens

2006/02/13

06-02-07/Depeche Mode @ Pavilhão Atlântico


13 anos depois eis que os Depeche Mode regressaram a Portugal no passado dia 8 Fev, após alguma ausência ditada por Dave Gahan. Às 21h30m começou o espectáculo, a que posso classificar como abaixo de suficiente, diria mesmo, sofrível, deste grupo que "abriu a noite" com "A pain that I'm used to", do seu último álbum 'Playing the Angel', com os habituais problemas de som, característicos do Pavilhão Atlântico, mas que depois melhoraram substancialmente.

Seguiram-se alguns momentos, ditos altos ("A question of time", "Suffer well", "Walking in my shoes", "Just can't get enough", não mais), sem falar do cenário e do jogo de luzes e vídeos no palco, mas que no seu conjunto não chegaram para atenuar os momentos mais infelizes do concerto, especialmente quando Martin Gore decidia cantar. Apesar da sua excelente voz, tudo aquilo soava a uma banalidade tão démodé que eu parecia estar a reviver o filme 'Priscila, a rainha do deserto'. Tanta encenação e teatralidade fingida roçavam um pouco no piroso, especialmente com a canção "Home", com cenários cor de rosa, como se tratasse da aproximação do Dia de São Valentim.

Não estava sinceramente à espera de uns Depeche Mode com essa particularidade... a pedirem palminhas, isqueiritos acesos, bracinhos no ar e ondinhas entre o público, sinceramente... Só pega mesmo para os novos descobridores do grupo. Aparecer no palco de blazer (blazer?!), livrando-se da indumentária a pouco e pouco e mostrar o seu corpinho foi o auge. Talvez tenha sido esta a ideia de marca...


O fim do concerto, com o "Goodnight lovers" foi o auge do nonsense. A lamentar. Achei o concerto foleiro na sua generalidade. A não repetir em Alvalade no próximo mês de Julho.

2006/02/10

06-04-06/The Bravery @ Pavilhão Atlântico

Com o Pavilhão Atlântico a menos de meio gás, precisamente às 20h30m entraram em palco os The Bravery, banda pela qual ansiava pois não os vi no Festival de Paredes de Coura os quais, segundo consta, tiveram uma actuação em Lisboa muito diferente da desse Festival: mais comunicativos e menos snobs.


    Sam Endicott acertou desta vez e acertou mesmo porque os apenas 30 minutos de show foram, na minha opinião, insuficientes. Presença, passeios e danças com o microfone pelo palco, entradas e saídas de cena marcaram a actuação destes nova-iorquinos. Canções como "Public Service Announcement", "Fearless" e "An Honest Mistake" fizeram obviamente parte do alinhamento destes estreantes.
      A lamentar as pessoas que não estavam minimamente interessadas na primeira parte as quais poderiam ter-se portado com mais nível (mas o que se pode esperar de um concerto no Atlântico?).

      A lamentar também a organização do evento que publicitou o início do concerto para as 21h30, deixando alguma gente pendurada que os queria ver e acabaram apenas por ver os Depeche Mode.