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2006/08/04

06-06-31/Dirty Pretty Things @ Lisboa Soundz


Lá pela hora (mais ou menos) programada (22h40?), seguiu-se o penúltimo e melhor concerto da noite, pelo menos para mim: Dirty Pretty Things.

Agarrados um pouco ainda ao mito The Libertines, conseguiram justificar para alguns dos presentes (não para a maioria que estaria muito excitada pelo colectivo que desfilaria a seguir, pelo que pude constatar) que estão no mundo musical para triunfar no seu próprio mixed-style indie rock, garage rock e punk. Foram para mim os melhores da noite (já disse!) e pelo que li, o vocalista Carl Bârat, ficou bastante satisfeito com esta estreia dirty por Lisboa.



Cheios de energia em palco e sem grandes salamaleques, pois na realidade estavam ali para tocar, cantar, dançar e vibrar, com grande interacção com o público que realmente estava a curtir, tocaram a maior parte dos temas do último álbum como por exemplo "Deadwood", "Gin And Milk", "Bang Bang, You're Dead", para além de uma ou outra coisa dos ex-Libertines.



Foi um grande seguimento, após a actuação dos She Wants Revenge. Não costumo dar classificações nem aos concertos nem aos discos que opino, tipo nota de exame final, mas se tivesse que atribuir um valor para este concerto, seria 18/20 (não levam 20 porque houve ali pelo meio umas falhas estranhas...). Posso ser suspeito na avaliação porque gosto bastante dos Dirty Pretty Things, mas acreditem que estou a (tentar) ser o mais isento possível.

:P

2006/07/20

Lisboa Soundz


Finalmente o programa das festas...! Estava difícil!

17:00 - You Should Go Ahead
17:50 - Howe Gelb Gospel Choir
19:00 - Isobel Campbell
20:10 - Los Hermanos
21:20 - She Wants Revenge
22:40 - Dirty Pretty Things
00:10 - The Strokes

Não sei o que vou fazer entre as 19:00 e as 21:20. Alguma sugestão?

2006/06/13

06-03-24/Dirty Pretty Things


Após os fabulosos álbuns dos The Libertines, especialmente, 'Up the Bracket', eis que podemos ouvir novamente a voz, cheia de glamour, de Carl Barât, após o divórcio com os The Libertines. O álbum de estreia dos Dirty Pretty Things, 'Waterloo to Anywhere', rompe de uma vez com o passado, bem como com o alucinado Pete Doherty (Babyshambles).

O disco é bem simpático, sobretudo as canções "Doctors & Dealers", "Blood Thirsty Bastards", "Bang Bang You're Dead" (evoca o fim da relação com Pete Doherty), "Gin and Milk" e "You Fucking Love It".

Parece-me um disco bastante inteligente e que mostra que os Dirty Pretty Things têm um grande futuro pela frente!