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Exactamente pelas 23h30 começou um dos meus mais aguardados concertos da temporada belga (aliás todos os concertos onde estive começaram a horas): The Flaming Lips.
O concerto foi como eu esperava: uma espécie de apoteose para o final de um pequeno Festival numa pequena cidade, digno de uma actuação dos The Flaming Lips. O concerto ou show ou live-performance ou aquilo a que quiserem chamar, para além de muita música, teve espectáculos de bailarinos, balões, balõezinhos,.jpg)
balõezões, Wayne Coyne num balãozão, espuminha, fuminho, confettis de carnaval, fitinhas, estrelinhas que voavam, etc. Às tantas já não sabia onde estava: se num concerto num festival qualquer ou a assistir ao Portugal no Coração de pé.
Wayne Coyne parecia efectivamente muito satisfeito com o concerto. Sempre a mandar recados à Administração Bush, sempre a elogiar a cidade de Bruges e os belgas que ali estavam, ainda nos obrigou a gritar "yááás" bem alto para que George Bush os pudesse ouvir nos Estados Unidos. Isto durante o tema "The Yeah Yeah Yeah Song". O concerto abriu com "Race for the Prize" do maravilhoso álbum 'The Soft Bulletin', um tema instrumental que permitiu o início do show onde todos os ingredientes que acima citei surgiram. Foi interessante ver Wayne Coyne aparecer dentro de um destes balões gigantes a rolar pelo palco como se fosse um rato a dar corda aos sapatos dentro de uma gaiola.
Seguiram-se temas do mais recente álbum, 'At War with the Mystics', como "Free Radicals", "Goin' On", "The Yeah Yeah Yeah Song", "The W.A.N.D." e "Mr. Ambulance Driver", entre outros. Para além de "Fight Test" do álbum 'Yoshmi Battles the Pink Robots', a audiência foi premiada com um encerramento soberbo através do tema "Do You Realize??" (eu, como seria de esperar, fiquei com a pele de tal forma que parecia uma galinha decapitada).
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À parte a assistência belga a qual estava mais interessada em brincar aos balões que sobrevoavam as nossas cabeças, bem como estarem na conversa como se estivessem no jardim de casa (isto deixou-me substancialmente irritado), o concerto foi muito bom. Toda a experiência e maturidade dos The Flaming Lips permitem-lhe este tipo de "feira lúdica" demonstrando que eles não são apenas mais um grupo musical. São muito mais que isso. São aqueles que me permitiram nessa noite celebrar o dia seguinte e brindar mentalmente e a caminho de casa, ao meu coração que parecia mais bonito quando eu cantarolava "Do You Realize??" (a qual por acaso ainda trazia no iPOD).
Do you realize
that you have the most beautiful face?
Do you realize
that everyone you know someday will die?
.:: Artigos relacionados com os The Flaming Lips neste blog: 1. Clip: Do You Realize?? (The Flaming Lips); 2. Annuals; 3. An Indie Ring-Set, 6 Jun '07; 4. Prémios by Kraak, #2; 5. Touring Indie Randomly-Set, 24 Nov '06; 5. Indie Ride-Set, 19 Out '06; 6. Viva Voce; 7. The Trials of Van Occupanther (Midlake); 8. Top '06 (Provisório), #2; 9. Midlake; 10. Ten Silver Drops (Secret Machines); 11. Top '06 (Provisório); 12. IndieLisboa 2006; 13. Secret Machines; 14. CDs Que Me Acompanharam Ontem; 15. The Tourniquet (Magnet); 16. Two Gallants; 17. Z (My Morning Jacket); 18. Hal (Hal); 19. The Flaming Lips; 20. Mercury Rev-CCB, 22 Nov '05; 21. O Segundo Comboio da Manhã-123.
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O concerto foi como eu esperava: uma espécie de apoteose para o final de um pequeno Festival numa pequena cidade, digno de uma actuação dos The Flaming Lips. O concerto ou show ou live-performance ou aquilo a que quiserem chamar, para além de muita música, teve espectáculos de bailarinos, balões, balõezinhos,
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balõezões, Wayne Coyne num balãozão, espuminha, fuminho, confettis de carnaval, fitinhas, estrelinhas que voavam, etc. Às tantas já não sabia onde estava: se num concerto num festival qualquer ou a assistir ao Portugal no Coração de pé.
Wayne Coyne parecia efectivamente muito satisfeito com o concerto. Sempre a mandar recados à Administração Bush, sempre a elogiar a cidade de Bruges e os belgas que ali estavam, ainda nos obrigou a gritar "yááás" bem alto para que George Bush os pudesse ouvir nos Estados Unidos. Isto durante o tema "The Yeah Yeah Yeah Song". O concerto abriu com "Race for the Prize" do maravilhoso álbum 'The Soft Bulletin', um tema instrumental que permitiu o início do show onde todos os ingredientes que acima citei surgiram. Foi interessante ver Wayne Coyne aparecer dentro de um destes balões gigantes a rolar pelo palco como se fosse um rato a dar corda aos sapatos dentro de uma gaiola.
Seguiram-se temas do mais recente álbum, 'At War with the Mystics', como "Free Radicals", "Goin' On", "The Yeah Yeah Yeah Song", "The W.A.N.D." e "Mr. Ambulance Driver", entre outros. Para além de "Fight Test" do álbum 'Yoshmi Battles the Pink Robots', a audiência foi premiada com um encerramento soberbo através do tema "Do You Realize??" (eu, como seria de esperar, fiquei com a pele de tal forma que parecia uma galinha decapitada).
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À parte a assistência belga a qual estava mais interessada em brincar aos balões que sobrevoavam as nossas cabeças, bem como estarem na conversa como se estivessem no jardim de casa (isto deixou-me substancialmente irritado), o concerto foi muito bom. Toda a experiência e maturidade dos The Flaming Lips permitem-lhe este tipo de "feira lúdica" demonstrando que eles não são apenas mais um grupo musical. São muito mais que isso. São aqueles que me permitiram nessa noite celebrar o dia seguinte e brindar mentalmente e a caminho de casa, ao meu coração que parecia mais bonito quando eu cantarolava "Do You Realize??" (a qual por acaso ainda trazia no iPOD).
Do you realize
that you have the most beautiful face?
Do you realize
that everyone you know someday will die?
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