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2007/05/03

07-05-18/Mumm-Ra: Álbum-Début (These Things Move in Threes)


No próximo dia 28 Mai '07, eis que finalmente surge o álbum-début dos britânicos Mumm-Ra, intitulado 'These Things Move in Threes'.

Após vários singles lançados ao longo de 2006 e já em 2007, como "Song B", "Out of the Question", "What Would Steve Do?" e já para breve (14 Mai) "She's Got You High" (eleita pelo NME como o tema da semana), os Mumm-Ra o seu longa duração, via Columbia, que reune outros tantos temas, para além dos já mencionados.


O álbum era para ser chamado 'Sick Deal' (outra faixa do novo álbum), mas pelos vistos decidiram alterar para 'These Things Move in Threes' (outro tema do novo álbum), devido ao sucesso que este último tem tido ao longo das gigs feitas pelos Mumm-Ra.

Parece-me bem justificado, pois este tema é, na minha opinião, formidável, e foi por mim eleito na minha Top Tracklist de 2006.

:: "These Things Move in Threes" pelos Mumm-Ra, em audição via side-bar deste blog, nesta data.

.:: Artigos relacionados com os Mumm-Ra neste blog: 1. Festival des Inrocks 2006; 2. K.I.R. Royal-Set, 4 Nov '06; 3. Klaxons; 4. Touring Indie Randomly-Set, 24 Nov '06; 5. Blogger's Site Club-Set, 16 Dez '06; 6. Kraak Indie Wall-Set, 23 Dez '06; 7. Top Tracklist 19-2006; 8. Prémios by Kraak, #3; 9. Capturing Indie-Set, 2 Fev '07; 10. Chasing Drowned Indie-Set, 3 Fev '07.

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2007/04/28

07-03-17/The Twang


E que aqui temos mais uma daquelas bandas carregadas nos braços por alguns media, nomeadamente o NME, que adora promover hypes onde eles não existem ou supostamente não deveriam existir.

Os The Twang lançaram há pouco tempo o seu primeiro CD-single 'Wide Awake' o qual possui 2 temas: "Wide Awake" e "Aimless With an Aim". Os temas até são engraçaditos pois agradam e entram bem nos ouvidos, mas acho um perfeito disparate já terem sido classificados como a melhor banda britânica de 2007.

Eu sinceramente não quero perceber este tipo de coisas que roçam pelo mundo mafioso musical. Não estou em Inglaterra para acompanhar melhor estes assuntos, mas acho que qualquer coisa que possa cheirar a hype do lado deste grupo, é um dos seus temas que está pelo MySpace da banda, "Cloudy Room".

De qualquer forma os The Twang estão a terminar o seu primeiro longa duração e depois veremos se essa rapaziada de Birmingham consegue ou não produzir um verdadeiro som indie algo acima do mediano, já que como os Shitdisco, o nome da banda não ajuda muito à sua promoção.

.:: Artigos relacionados com os The Twang neste blog: 1. Clip: Wide Awake (The Twang); 2. The Holloways.

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2007/01/09

07-03-02/Babyshambles "Fuck Forever"

Os Babyshambles estão mesmo convencidos que o álbum que pretendem lançar em 2007 seja efectivamente "O álbum". Depois de tanta confusão à volta do vocalista Pete Doherty, com tantas vindas a Portugal para "fazer mais uma cura", com a postura da fotografia ao lado (parece ser verão constante no Reino Unido) e com as unhacas daquela forma, eu não estaria tão confiante.

Seriam capazes de comprar um disco de uma banda cujo vocalista parece ter andado na apanha da azeitona? Corta e lava-me essas unhas, ugly boy!

[ image credits: NME, 6 Jan '07 ]

.:: Artigos relacionados com os Babyshambles neste blog: 1. Babyshambles; 2. Dirty Pretty Things.

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2006/09/26

06-03-37/You Should Go Ahead


"Tocar sem pré-concepções musicais e fazer qualquer coisa que soasse diferente dos velhos projectos musicais": foi esta a meta dos You Should Go Ahead que resultou muito bem.

A banda, inicialmente formada por Pedro Lourenço (voz/guitarra) e David Ferreira (guitarra), cedo aumentou para "mais um" o seu número de membros, com a chegada de Tiago Salsinha para a bateria. Mais tarde elevado em mais um elemento, com a entrada de Inês Vicente (baixo). 2 Demos em 2005 lançaram-nos para a ribalta através do seu universo pleno de emoções retro-rock com alguma influência pop, bastante relaxado e ao mesmo tempo repleto de energia.

Terem actuado no Festival SW em 2005, no mesmo palco que os Maxïmo Park, LCD Soundsystem, Devendra Banhart e Ladytron só poderia ter dado frutos positivos para os YSGA que rapidamente ficaram (bem) expostos às notícias divulgadas pelos media, nomeadamente pelas rádios nacionais.

2006 foi o ano do lançamento do 1º álbum tendo o 1º single, "Like When I Was Seventeen", sido trabalhado em Nova Iorque por Howie Weinberg, conhecido por trabalhar com nomes tais como Nirvana, Franz Ferdinand, Metallica, Sonic Youth, Smashing Pumpkins, entre outros. O 2º single, "Wake Up Song" foi lançado no passado dia 22 Set.

E assim foram noticiados os YSGA no NME de 16 Set '06 na secção 'Breaking Bands' do editor britânico James Jam ("Tetchy new wave from Lisbon, Portugal, with scratchy guitars pinned down by squelchy synths and a pop pervert vocal"), à semelhança dos X-Wife, já aqui falado.

[ Logo Image Credits: YSGA Official Website ]

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2006/08/14

06-02-33/X-Wife


Merecem! Após o excelente álbum de estreia 'Feeding the Machine' ('04) bem como o seu último trabalho, 'Side Effects' ('06), e no seguimento dos vários espectáculos feitos em Portugal, Nova Iorque, Londres, Paris e Madrid, assim como algumas pequenas gigs em conjunto com os LCD Soundsystem, Soulwax, Love Is All e Liars, os X-Wife passaram no crivo do radar do conhecido (e cara de enjôo) James Jam, na secção "Breaking Bands" da NME (edição de 12 Ago '06). "Great Portuguese synth-punk in the vein of DFA1979 or underrated electro loons Add N To (X)."

Bem-haja!

2006/04/10

06-02-15/The Killers


Noticia o NME que os The Killers fizeram uma rara digressão no passado dia 25 Mar '06 que ocorreu a meio da gravação do segundo álbum da banda, no seu estúdio em Las Vegas, e a sua actuação no Ultra Music Festival, em Miami. Mesmo sem tocarem nenhuma das suas novas canções, ofereceram alguns indícios à natureza de seu próximo trabalho.

Previamente reivindicando que o grupo estaria a trabalhar num album "mais americano", inspirado sobretudo pela música de Bruce Springsteen, em especial "Thunder Road" (Brandon Flowers revelou a sua paixão pelo 'Boss' durante a digressão vestido com a indumentária usada para o show e que pode ser vista aí ao lado). Um destaque para o casacão de revestimento salmão cor-de-rosa (by Dior).

Tocando a maioria das canções do álbum 'Hot Fuss', assim como uma selecção do álbum lados-B 'Under The Gun', aí está o alinhamento do espectáculo:

  1. 'Jenny Was A Friend Of Mine'
  2. 'Under the Gun'
  3. 'Mr Brightside'
  4. 'Smile Like You Mean It'
  5. 'All These Things That I've Done'
  6. 'On Top'
  7. 'Glamorous Indie Rock & Roll'
  8. 'Midnight Show'
  9. 'Andy, You're A Star'
  10. 'Change Your Mine'
  11. 'Somebody Told Me'
O vocalista Brandon Flowes aproveitou para explicar que o novo material inserido no 2º álbum fará que os ouvintes "se sintam sujos". O que mais irá acontecer até ao próximo mês de setembro (prevê-se o lançamento do novo álbum nesse mês)? Aguardemos pela surpresa.

[photo credits: http://www.arjanwrites.com]

2006/04/06

06-05-14/Stellastarr* (by NME)



Baralhados? Pois... eu também :S
      Esta é a
      review (ver link) mais absurda que já li até hoje:

        "When you Arctic Monkeys are composing a review about any record Arctic Monkeys that has come out in the Arctic Monkeys weeks after the Hark Tick Mung Keys release of an acknowledged Arctic classic Monkeys guitar pop album of our Arctic Monkeys time, there's very little use in sidestepping (Arctic) or pettifogging (Monkeys) or fudging the issue. In the weeks after the advent of such a record - for example the debut album by the Arctic Monkeys - the entire sector faces up to a cull, a realignment to newly heightened expectations, during which every band has the choice of either inching into the glaring spotlight and saying, 'Yes! We ARE ready to be measured up next to this latest exemplar! WE ARE READY!', or delaying their release date by a few months. The former option means they might die on their arses and vanish in a puff of smoke, the latter pins its hopes on everybody having short memories and not thinking they're big wusses. And if you really believe in what you do, you take option one.

        So well done, Brooklyn's Stellastarr*, for inching out under that spotlight and giving it a pop. And you could even extend that 'well done', if you were being kind, for proffering a solid (ugh!), cohesive (yuk!) set of literate guitar pop tunes. But - you probably sensed there was a 'but' coming - this month, said set feels as flimsy as a bonsai tree in a category four hurricane. It's not their fault that someone else released The Official Fifth Best British Album Ever™ a few weeks back, but by God, they're suffering for it nevertheless.

        'Harmonies For The Haunted' (dreadful title) has its moments - 'Sweet Troubled Soul' (dreadful title - you'll notice a theme developing shortly) is a rip-snorter of a song, all galloping drums and barely restrained histrionics in the 'Crocodiles'-era Echo & The Bunnymen style, while 'When I Disappear' is a lovely, delicate thing. And the closer, 'Island Lost At Sea' (worst title of the lot - how can an island get lost? Islands don't move) is a note-perfect Massive Unsubtle Album-Closing Big Rock Classic. But, talking of subtlety and the lack thereof, man alive, the bulk of it is about as subtle as the enthused foreplay of a bull elephant - 'On My Own' is the worst offender, and believe us when we say that it is possible to close your eyes and imagine that it's Simple Minds right there in the room with you, stinking up the place with flatulent blasts of bombast. The problem is Shawn Christensen's bellowingly unsubtle vocal style, which batters every last vestige of restraint out of its way as it strains for greater heights of veins-bulging volume-as-passion. One imagines Mr Christensen takes himself terribly seriously, with his lost islands and his haunted harmonies and all - it's just a shame he chooses to convey this seriousness by approximating a klaxon horn.

        So it's max points for putting up rather than shutting up, but only four points for quality, and those are the only points that count. Still, at least we didn't mention Arctic Monkeys.

        Pete Cashmore." --> Retirado deste website
        "

        2006/03/01

        06-04-09/Arctic Monkeys


        Relativamente a este post e alguns dos seus comentários, fica aqui uma pequena resenha sobre os Arctic Monkeys, uma espécie de punk inspirado nos gostos dos admiradores alternativos da Britpop. Formaram-se em Sheffield em 2003, lançando o primeiro CD-Single em Outubro '05, com o famoso "I Bet You Look Good on the Dancefloor". Recentemente (Jan '06) lançaram o álbum 'Whatever People Say I Am, That's What I'm Not' que vendeu mais de 118 000 cópias só no Reino Unido, atingindo um verdadeiro record de vendas, pois foram vendidas mais cópias do álbum do que todos os que, na altura, estavam no Top 20 britânico.

        Não se percebe o hype à volta dos Arctic Monkeys, dizem. Eu percebo. É um álbum com graça e inteligência, com malhas à Clash, Smiths entre outros. Além disso, cresceram no passa-palavra via web, tal como os CYHSY!, e quer queiramos ou não, isto ajuda muito.

        O que eu não percebo, e acho mesmo abusivo, é considerarem (NME de 28 Jan '06) este álbum como o 5º melhor (entre 100) álbum britânico de sempre, à frente mesmo de The Clash (London Calling), Radiohead (The Bends), Elastica (Elastica), Massive Attack (Blue Lines), Pulp (His 'N' Hers), Suede (Suede), PJ Harvey (Dry), entre outros.
          Dia 18 Mai '06 há Arctic Monkeys no Paradise Garage!

          2006/02/27

          06-02-09/NME Awards '06


          Alguns vencedores:

          Melhor banda britânica: Arctic Monkeys;
          Melhor banda internacional: The Strokes;
          Melhor artista a solo: Kanye West;
          Melhor banda nova: Arctic Monkeys;
          Melhor banda em palco: Franz Ferdinand;
          Melhor álbum: Employment (Kaiser Chiefs);
          Melhor música (faixa): I bet you look good on the dance floor (Arctic Monkeys);
          Melhor vídeo: The importance of being idle (Oasis);
          Melhor DVD de música: Live 8;
          Melhor evento: Carling Weekend-Festival de Leeds e Reading ;
          Pior álbum: Back to Bedlam (James Blunt)

          2006/02/15

          06-04-07/Panic! At The Disco


          ... e como dizia no anterior post, os yankees continuam a dar em força! Este quarteto originário da Cidade do Pecado (Las Vegas) abriu a sua temporada com o álbum 'A Fever You Can't Sweat Out' o qual já vendeu mais de 150000 cópias nos States, também no chamado passa-palavra, e acho que facilmente se consegue perceber porquê (segundo a canção em audição nesta data).

          Considerado como emo-pop para os americanos (classificação que os britânicos rejeitam), este álbum é uma mistura de muita sonoridade, como por exemplo, violoncelo, pianos, tambores, baterias automatizadas, acordeão, etc. Segundo o NME o resultado final poderia ser um desastre, mas não é. Será possivelmente um dos melhores e mais ouvidos álbuns de 2006.

          2006/01/14

          06-07-02/Ta Det Lugnt (Dungen)

          Possivelmente já venho algo atrasado pela publicação deste post no mundo blogosférico, mas não poderia deixar de o fazer. Curiosamente ainda não tinha lido nada pelos blogues habituais sobre os suecos Dungen e o seu CD, "Ta Det Lugnt"... e este registo deve ficar presente nos meus escritos.

          Comprei este CD movido por alguma curiosidade, confesso, após ter lido no NME que esta revista classificava este álbum em 14º lugar entre os melhores de 2005. O que para mim foi estranho, já que me parecia um pouco bizarro que uma banda sueca que canta as suas melodias em língua sueca, aparecesse num top britânico. Mas não. Não me enganei. Nem eles. O CD é de facto fabuloso.

          Quando não estamos à espera de encontrar nada de especial, e começamos a descobrir, música após música, o sabor daquelas canções, mesmo quando não estamos a dar muita atenção, ou quando dentro da mesma música o ritmo muda totalmente e aí nos apercebemos que temos que nos sentar e ouvir o CD, descobrimos de uma forma encantada que há no seu interior uma luminosidade indescritível, um aroma verdadeiro, uma autenticidade no desfile das canções.


          "Ta Det Lugnt" mostra sinais de potência progressiva, num triunfante pop ou psico-pop (como lhe chamaram), mas julgo eu, misturando um rock progressivo e psicadélico dos fins dos anos '60, com algumas malhas à folk trazidas não se sabe bem de onde (folk sueco?). Qualquer coisa inesperada que acontece ao longo de uma determinada música que lhe dá uma espécie de forma completa, assim como o inesperado também ocorre, como por exemplo, estar eu próprio a escrever um post sobre este CD dos Dungen.

          Além destas características, parece-me uma combinação sonora que resultou forte e completamente sem pretensões, onde os membros (destaque para Gustav Ejstes, uma espécie de faz-tudo do grupo) parecem mesmo acreditar no que estão a produzir (em particular, para mim, um fantástico e consistente álbum). Um trabalho com ARTE que pede e chama pela nossa atenção. Ninguém fica indiferente a canções e sonoridades presentes em "Du E För Fin För Mig", "Panda", "Festival" ou "Gjort Bort Sig", mesmo quando não se percebe nada do que se está a ouvir (isto também pode ser um factor de atracção)...

            Lançado em 2004 na Suécia, só partiu para o exterior em 2005, tendo sido lançado no Reino Unido em Outubro do ano transacto. Possui 13 faixas, das quais 4 são instrumentais e que nos deixa embalar por caminhos marítimos navegáveis pelos lagos e canais de Estocolmo, evocando assim um novo conceito de espaço e dimensão, deixando claramente explícito que a sua música é para aqueles que sentem uma paixão sublinhada pela sonoridade fresca, marcada pelas descobertas e escrita a bold nas nossas viagens intergalácticas.

            Quem é que está por trás dos Dungen? Nada mais nada menos que Gustav Ejstes, o extraordinário 26 young-man que toca a maior parte dos instrumentos sozinho e que actua em conjunto com Reine Fiske (guitarra), Mattias Gustavsson (baixo) e Fredrik Björling (bateria).

            Obrigatório comprar o CD ou sacar o CD ou copiar o CD aclamado em todo o mundo, desde a Europa aos States, passando pelo Brasil, Austrália, Nova Zelândia e pelo Japão, mesmo que curiosamente não tenha despertado grande interesse no país de origem, Suécia (o que é típico). Especial para quem gosta de The Go! Team, Animal Collective, Black Mountain e mesmo Arcade Fire.

            :: Festival by Dungen in "Ta Det Lugnt" em audição nesta data.

            2005/12/05

            05-02-50/ShockWaves NME '06


            Os ShockWaves NME Awards Shows 2006 irão ter o seu final em várias salas da capital britânica durante duas semanas de Fevereiro de 2006 e já está disponível para os media o nome dos grupos que já deram o seu acordo em participar em tal espectáculo.

            A tour vai ter início em Dublin (IRL) em Janeiro '06 e depois percorrerá todo o Reino Unido, terminando em Londres. Quatro bandas porão o pé na estrada para uma grande sessão de concertos por algumas cidades do Reino Unido durante Janeiro e Fevereiro, as quais serão encabeçadas pelos Maxïmo Park. Outros grupos irão actuar em espectáculos individuais em determinados dias, entre os quais os Arctic Monkeys, We Are Scientists e Mystery Jets.

            Já em Londres, a ter início no dia 10 Fev '06 na KOKO, Clap Your Hands Say Yeah, é cabeça de cartaz, enquanto outras actuações no mesmo sítio terão como chamariz bandas como The Zutons (14 Fev). Na Brixton Academy actuam os The Magic Numbers (16 Fev), os Editors no London Astoria (22 Fev) e Nine Black Alps no Hammersmith Palais (24 Fev).