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2017/04/17

[recomendado] Waxahatchee de Regresso com Novo Tema "Silver"

Depois do belíssimo álbum 'Ivy Tripp', Katie Crutchfield, mais conhecida pelo seu alter ego Waxahatchee, está de regresso com o novo álbum 'Out in the Storm', a ser lançado mais ou menos a meio do verão.

A acompanhar esta excelente notícia, vem também um excelente tema, "Silver", que nos permite desde já saborear este tons quentes que lhe chegam da alma. Muito bom.

Por este andar, 'Out in the Storm' poderá ser candidato a um dos grandes álbuns de 2017.

Sai a 14 de Julho!

2016/01/16

Ano de 2015-Álbums/EPs: Críticas-Resumo

Com o passar do tempo, as críticas aos álbuns/EPs têm sido cada vez menos por este blog, embora este ano tenham acontecido mais que em 2014. A ver se é em 2016 que retomo esta rubrica por aqui, em modo definitivo.

Aqui ficam as de 2015, em forma de resumo.

2015/12/15

[TOP TRACKS 45-2015] 16. Waxahatchee | Poison

Na continuação do post de ontem, hoje sigo o mesmo caminho ao divulgar apenas uma única entrada para a minha lista pessoal das melhores músicas de 2015. Esta aleatoriedade no número de músicas é provocada pela ordenação dadas às músicas e à forma como algumas já passaram por este blog.

Desta forma, na posição #16, encontramos Waxahatchee com o tema "Poison", retirado de um dos grandes álbuns de 2015, 'Ivy Tripp'.


2015/12/13

(TOP 2015) Kraak e os Destaques 2015-Top Álbuns Internacionais: 20-11

Na continuação da 1ª Parte já publicada sobre os álbuns internacionais que mais gostei em 2015, fica hoje por cá registado mais uma dezena de álbuns que contribuem para esta lista de álbuns do ano.

Como já havia referido, esta lista não se esgota nestes posts, dado ter havido alguns potenciais álbuns que saíram já próximo do fim do ano e alguns outros que não tive a oportunidade de os ouvir.

Assim sendo e em registo semelhante ao de anos anteriores, continuo por divulgar a lista dos 10 primeiros a contar da posição #20, sem pôr em causa a qualidade de outros álbuns que por este blog foram ou não divulgados e que não constarão desta lista pelos motivos acima mencionados.

Segue-se então a 2ª parte desta lista, o TOP 20-11 do ano de 2015.

20. John Grant | Grey Tickles, Black Pressure
19. Computer Magic | Davos
18. Purity Ring | Another Eternity
17. Kurt Vile | b'lieve i'm goin down...
16. Beach House | Depression Cherry
15. Tame Impala | Currents
14. Wilco | Star Wars
13. Waxahatchee | Ivy Tripp
12. Deerhunter | Fading Frontier
11. Protomartyr | The Agent Intellect

2015/08/01

Top Músicas [internacional] de 2015 (até agora)

Hoje, para além de ser sábado, está oficialmente aberta a Silly Season pelo que não há melhor dia para mencionar por aqui as melhores músicas de 2015 que tive conhecimento até a data. Com mais de metade do ano fechado, já se consegue fazer um apanhado do que de melhor foi editado este ano, pelo menos na minha opinião e daquilo que tive conhecimento.

Sem qualquer ordem específica, deixo por cá alguns temas que poderão marcar a minha lista Top Músicas 2015. Vamos ver se concordam com este alinhamento.

O novo álbum dos Django Django é assim um bocado para a seca, mas "First Light" é um dos temas que já marcou o ano, assim como "Surface Envy" das Sleater-Kinney, mas estas sim com um dos grandes álbuns de 2015.

"Second Chance" dos Digitalism, "I'm Ready" de Twin Shadow e "Falling from the Sky" dos Calexico também são 3 temas elegíveis para top do ano, sem ignorar "Slipping Away" dos Tanlines, "REALiTi" de Grimes, "Death" dos Viet Cong, "Sparks" de Beach House, "Air" de Waxahatchee, "Chateau Lobby #4 (in C for Two Virgins)" de Father John Misty,  "Let It Happen" dos Tame Impala,  e "Feel You" de Julia Holter.

Alguns dos grandes temas do ano serão com certeza "In Films" dos Chromatics, "Huarache Lights" dos Hot Chip, "White Light" de Shura, "Can't Keep Checking My Phone" dos Unknown Mortal Orchestra e "Dream Lover" de Destroyer.

Bom verão a todos!

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2015/04/25

Ivy Tripp (Waxahatchee) | Crítica Escrita por Luísa Ferreira

O novo título do projeto Waxahatchee, 'Ivy Tripp', é um pequeno rebuçado, um Floco de Neve, muito graças à voz da cantautora Katie Crutchfield. O disco abre com um tema onírico, "Breathless", que tem o condão de embalar imediatamente o ouvinte, mas que é de certo modo enganador. Mal o ouvi, fiquei logo à espera de um álbum de dream pop – é no que dá tirar conclusões precipitadas – mas os dois temas seguintes depressa me elucidaram quanto à variedade sonora deste álbum.

Chegada à quarta faixa, "La Loose", dei por mim a menear o tronco, que é a melhor maneira de dançar sentada numa cadeira, como é do conhecimento geral, e a deixar-me invadir pelos ritmos agradáveis e docinhos. Bom, aqui o leitor deve estar a começar a pensar: "Ai, ai, isto é sacarose a mais. Vozes doces, ritmos doces... Mel a mais enjoa." Pois bem, um pouco de açúcar musical nunca fez mal a ninguém e sempre torna a vida mais suportável, mas essa é a minha mui humilde opinião.

O rio de leite e mel continua na quinta faixa, "Stale By Noon", mas desta feita com um regresso do toque onírico presente no tema de abertura do álbum e com um toque de melancolia que a voz de Katie torna sublime. Para agitar um pouco as águas, segue-se The Dirt, com as suas baterias e guitarradas que, na minha imaginação, se poderiam traduzir numa road trip algures nos Estados Unidos, num belo de um carro dos anos '70, com óculos escuros e os pezinhos fora da janela a serem lambidos pelo sol.

O regresso à melancolia vem com a sétima faixa, adequadamente intitulada "Blue", e a nona, "<", que nos deixam a precisar de um copito ou dois para afugentar os "azuis", mas que não deixam de ser agradáveis de ouvir. Nesta onda, destaque também para "Summer of Love", na sua simplicidade de voz e guitarra, talvez um pouco pueril, mas não há mal nenhum nisso.

"Half Moon", a décima segunda faixa, encontrou um cantinho especial no meu coração, que gosta de uma boa toada folk, intimista e minimalista, só uma bela voz e um belo piano numa balada para servir de banda sonora a uns beijinhos. O álbum encerra com "Bonfire", um tema com semelhanças ao primeiro e que parece servir o propósito de encerrar o círculo, regressando à distorção, aos sons sonhados e ao embalo.

Um álbum agradável, que à partida pode parecer disperso, mas que, pelo menos a meu ver, não o é, e que será certamente uma companhia muito agradável para aqueles fins de tarde de verão. 

[artigo escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico, por Luísa Ferreira]


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